Improvisar só na encenação. Na comunicação não rola, tem que planejar.
Comunicadores, produtores e artistas se reúnem a estudantes de publicidade e discutem como a cena teatral de fortaleza tem dado o seu recado. Como a comunicação tem sido dispositivo para fortalecimento da produção teatral? Uma pergunta que não quer calar...
O que tem dado certo?
O que poderia estar melhor?
Quem faz e por que?
O que é inegociável no jogo da comunicação?
Nesta quarta-feira, os estudantes Daniel Bandeira, Darwin Marinho, Isabella Cândido, Leonardo Mota, Smyrna Jamacaru e Sarah Albuquerque, a professora orientadora Glícia Pontes e as monitoras Ana Clara Alves e Gabriella Vidal recebem o público interessado nessa discussão para uma conversa.
Também foram convidados:
Magela Lima, editor adjunto do núcleo de Cultura e entretenimento do jornal O Povo
Herê Aquino, diretora do grupo Expressões Humanas e integrante do Movimento Todo Teatro é Político
Ivina Passos, produtora cultural do SESC e sócio-fundadora da Ato Produções
Rodrigo de Oliveira, idealizador e coordenador da TEMBIÚ - Alimento de Alma
Atenção para o foco dessa conversa:
- linguagem adotada pelos produtores teatrais
- veículos de comunicação utilizados para divulgação de peças e eventos
- os retornos obtidos com a comunicação
- a abertura de novos veículos e suportes
- a comunicação como ferramenta para agregar valor ao teatro local
- a identificação do teatro com o público jovem
Mesa Redonda Comunicação para teatro em Fortaleza
dia 02 de junho, às 9h30
no Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno (Av. da Universidade, 2210 - Benfica)
aberto ao público em geral
info: (85)9199-0907 (Daniel) e 3366-7831/-7832 (teatro)
= Conheça o blog do grupo dessa pesquisa:
teatrodiz.blogspot.com/