Um relatório sobre a cannabis, preparado para a revisão das políticas sobre drogas da ONU que acontecerá no próximo ano, sugere que um “mercado regulamentado” iria causar menos danos do que a atual proibição internacional. O relatório, que é susceptível de reabrir o debate sobre as leis em relação à cannabis, sugere que os controles, como a tributação, idade mínima e rotulagem poderão ser exploradas.
Nas primeiras semanas de maio, milhares de pessoas em todo o mundo sairão às ruas em mais de 300 cidades para lembrar a luta política contra a proibição injusta que tornou ilegal o cultivo de plantas da espécie
Cannabis sativa em quase todos os países do mundo.
O
Coletivo Marcha da Maconha está apoiando eventos em 13 cidades em todo o país. Os dias 2, 3 e 9 de maio serão marcados com caminhadas em clima de descontração, música, concursos de fantasias, distribuição de material informativo e espaço para manifestações artísticas, performances e outras expressões culturais. Além disso, em diversas cidades ocorrerão também debates, palestras, seminários, exibições de documentários e outros tipos de eventos para discutir diversos aspectos relacionados ao tema, principalmente ligados às leis e políticas públicas sobre drogas.
A Marcha da Maconha Brasil não é um evento de cunho apologético, nem seus organizadores incentivam o uso de maconha ou de qualquer outra substância ilícita. Segundo os organizadores, "respeitamos as Leis e a Constituição do país do qual somos cidadãos e procuramos respeitar não só o direito à livre manifestação de idéias e opiniões, mas também os limites legais desse e de outros direitos civis".
O objetivo do Movimento é possibilitar que todos os cidadãos brasileiros possam se manifestar de forma livre e democrática a respeito das políticas e leis sobre drogas do país, ajudando a fazer do Brasil um verdadeiro Estado Democrático de Direito. De acordo com o Coletivo, "com essas atividades procuramos tão somente ajudar a fazer com que essas leis e políticas possam ser construídas e aplicadas de forma mais transparente, justa, eficaz e pragmática, respeitando a cidadania e os Direitos Humanos".
E continua: "acreditamos que já é hora de discutir reformas mais concretas nas políticas e leis sobre a planta e seu uso, de forma a incluir os dados científicos mais atuais e contando com uma maior participação da sociedade civil".
Quase cem artigos acadêmicos e outros estudos foram reunidos no portal do Coletivo,
clique aqui e fique por dentro.
Maiores Informações:
Coletivo Marcha da Maconha Brasil
marchadamaconha.org e contato@marchadamaconha.org ou (21)8705-3357 / (11) 6333-5505
quando e onde acontece a marcha?
» 2 DE MAIO
• GOIÂNIA
Pça. Universitária, 14h
» 3 DE MAIO
• FLORIANÓPOLIS - Trapiche - Beira-mar Norte, 15h
• FORTALEZA - Aterro da Praia de Iracema, 15h
• JOÃO PESSOA - Pça. Antenor Navarro, 14h
• RECIFE - Rua do Apolo - Bar do Fogão, 14h
• SALVADOR - Farol da Barra, 14h
• SÃO PAULO - Parque Ibirapuera - Marquise, 14h
» 9 DE MAIO
• BELO HORIZONTE - Praça da Estação, 15h
• BRASÍLIA - Catedral, 15h
• CURITIBA - Largo da Ordem, 14h
• JUÍZ DE FORA - Parque Halfeld, 11h
• PORTO ALEGRE - Av. José Bonifácio, 15h
• RIO DE JANEIRO - Ipanema - Posto 9, 15h
Marcha da Maconha
em 13 cidades brasileiras e mais de 200 no mundo
info:
Coletivo Marcha da Maconha Brasil
marchadamaconha.org e contato@marchadamaconha.org ou (21)8705-3357 / (11) 6333-5505

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